Hoje meus filhos chegaram da escola e me deixaram muito orgulhosa deles de novo. Receberam uma carta da diretora, parabenizando-os por terem tirado melhor nota na turma. Suzana explicou que mais alguns colegas da classe também receberam. E Wagninho disse que 5 amiguinhos receberam além dele.
Eu não esperava que eles tivessem se saído bem nas provas. Mas não porque não acredito neles, eu sei o quanto eles são dedicados e espertos, mas não esperei isso porque eles só chegaram na escola 1 mês depois dos outros alunos. Também pelo tempo que eles passaram fora do país, o português deles não anda ainda muito bom rsrsrsrs. Muito feliz pela surpresa que eles me trouxeram, por eles(que se sentem recompensados) e como mãe!
Então decidimos sair com eles para comemorar! Wagner que foi buscar os dois (Suzana e Wagninho) na escola me disse que eles pediram para ir ao restaurante! (são exigentes rsrsr)
Fomos jantar no Odalisca, na esquina da Cesar Castiglioni Jr com a Carandaí. Conversamos no caminho de ida, conversamos na lanchonete, e conversamos no caminho de volta. Na Odalisca, comprei uns chicletes para Su e Sol, e chocolate para Wagninho.
Enquanto voltávamos para o apartamento da Joelma, ali na pracinha, a Suzana perguntou como eu conseguia fazer bola de chiclete rsrsrsrs...Eu disse que era fácil e aí me dei conta que ela nunca tinha feito uma bola de chiclete na vida toda dela de 9 anos! Mais que depressa ensinei e foi um momento delicioso da minha vida como mãe segurar a mão da minha princesa e vê-la tentando fazer a bola de chiclete. Na outra mãe eu segurava o Wagninho e ele tão fofo também tentava fazer a bola todo desajeitado, pois era um chiclete bem pequeno de Trident. Até que então Suzana faz uma bola e comemoramos!!! Foi engraçado porque Solara ficou nervosa e pediu para nós pararmos de fazer barulho na rua rsrsr! Depois Suzana conseguiu fazer outras vezes as bolas, mas ainda precisa praticar mais.
Não tem coisa melhor na vida do que esses momentos em família, com meu esposo, filha linda, filho querido, filhinha fofa!
Se um de vocês estiverem lendo aqui: Amo vocês demais viu! Daqui até Kolob e volta!
"The greatest thing you'll ever learn is just to love and be loved in return"
quarta-feira, 30 de abril de 2014
domingo, 13 de abril de 2014
Poema sobre a Criação
Quando chegamos ao Brasil, algum tempo depois, pedi à Suzana que voltasse a cumprir as metas do Fé em Deus. Algum tempo depois disso, ela sentou espontaneamente e com muita serenidade, começou a escrever um poema. O resultado foi uma linda poesia sobre a criação. Assim fácil, sem muita enrolação e com muita inspiração, ela cumpriu mais uma meta. Eu fiquei muito orgulhosa e emocionada com ao poema. Já posto aqui.
Discurso da Suzana e Fé em Deus
Hoje Suzana discursou na primária sobre reverência; Foi um ótimo discurso. Depois posto aqui o que ela falou. Quando chegou em casa, ela foi cumprir as metas do Fé em Deus, e lembrou de uma meta sobre conferência geral que poderia ser marcada como cumprida por causa da experiência que ela viveu quando foi reverente durante a conferencia da semana passada, onde ela sentiu-se encorajada por causa do discurso de Richard G Scott a falar com uma amiga que antes ela via na escola e não tinha coragem de ir falar. Concordei com ela que foi uma meta do Fé em Deus cumprida e ela muito feliz marcou um check na meta que dizia que ela lesse um discurso dado pelo Profeta e depois decidir fazer alguma coisa para seguir o profeta.
segunda-feira, 17 de março de 2014
1 mês no Brasil
Hoje completa 1 mês que deixamos EUA e chegamos no Brasil. O tempo passou rápido, não imaginava ficar todo esse tempo na casa da minha irmã. Tem sido difícil para mim, para as crianças, para Wagner.
Ainda que ela nos trate bem, e não nos faça sentir mal, eu sinto falta de um lugar nosso.
Não temos nenhuma perspectiva para o futuro, salvo 2 entrevistas para morar Itupeva, e outra para morar em Manaus.
Eu estou confusa e magoada com a situação. Não gostaria de estar sentindo o que estou sentindo, nem quero murmurar contra Deus, apesar de todas as desgraças e tristezas nessa Terra, ainda acredito que ele existe.
Todas as vezes que tento expor meus sentimentos para Wagner, eu falo palavras que não gostaria de ter dito e que ferem ele. Eu não tenho palavras de ânimo e encorajamento para ele, nem para mim.
O fato é que eu acho que se nós não fizermos nada, não arriscar, nada vai acontecer. Não vai aparecer uma pessoa aqui na porta do apartamento de minha irmã e dar um emprego e casa para nossa família. Eu não tenho mais paciência de ficar de braços cruzados, esperando os céus nos enviarem bênçãos. Só acontence o que fazemos acontecer. Agindo nessa alinha de pensamento, hoje começo a procurar casa para morar, barato e simples, vamos arriscar por nossa própria decisão.
Ainda que ela nos trate bem, e não nos faça sentir mal, eu sinto falta de um lugar nosso.
Não temos nenhuma perspectiva para o futuro, salvo 2 entrevistas para morar Itupeva, e outra para morar em Manaus.
Eu estou confusa e magoada com a situação. Não gostaria de estar sentindo o que estou sentindo, nem quero murmurar contra Deus, apesar de todas as desgraças e tristezas nessa Terra, ainda acredito que ele existe.
Todas as vezes que tento expor meus sentimentos para Wagner, eu falo palavras que não gostaria de ter dito e que ferem ele. Eu não tenho palavras de ânimo e encorajamento para ele, nem para mim.
O fato é que eu acho que se nós não fizermos nada, não arriscar, nada vai acontecer. Não vai aparecer uma pessoa aqui na porta do apartamento de minha irmã e dar um emprego e casa para nossa família. Eu não tenho mais paciência de ficar de braços cruzados, esperando os céus nos enviarem bênçãos. Só acontence o que fazemos acontecer. Agindo nessa alinha de pensamento, hoje começo a procurar casa para morar, barato e simples, vamos arriscar por nossa própria decisão.
sexta-feira, 14 de março de 2014
terça-feira, 11 de março de 2014
Pérolas do Wagninho
A professora
Hoje após a escola.
Mãe, hoje a minha professora chamou algumas crianças de CRIATURA!
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
A cegueira do egoísmo
Hoje foi um dia interessante. Como todos os domingos de muito aprendizado hoje não poderia ter sido diferente. Acordamos sem vontade nenhuma de ir a igreja. Eu por razões de desconforto de mulher de todo mês, e Wagner..., bom, não precisa nem esclarecer (puro desânimo).
Eu sempre acreditei que quando estamos sem vontade de fazer alguma coisa boa, é aí que devemos fazer, mesmo sem vontade. Acredito que algo muito bom acontece quando nos forçamos a fazer algo de bom. E sei que quando perdemos um dia de igreja, daí acostumamos e todo nosso domingo e semana fica muito ruim.
Bom, falei para mim mesma deitada na cama: "Levanta e vai" (faz o melhor que você pode mesmo com dor na igreja)....
Então levantei e comecei a me arrumar e apressar as crianças. Depois vi Wagner deitado na cama e ele me disse que não queria ir a igreja. Eu disse que ele deveria ir, e ele foi.
No carro, lembrei sobre o conselho da minha amiga Márcia, de ouvir o esposo e dar atenção e crédito ao que ele sente. Acabei me sentindo mal por ter feito ele ir à igreja mesmo sem vontade, ao invés de ter apoiado ele a ficar em casa ou sei lá...então dugeri ele a ficarmos somente na sacramental e depois poderíamos voltar para casa. Ele concordou e fez uma expressão menos pesada. Quando chegamos na igreja, claro o de costume à situação, algumas pessoas perguntaram impertinentemente sobre nossa data de mudança, sem saberem de nada, me colocando numa situação difícil. Foi então quando me sentei para começar a reunião, que percebi que era domingo de jejum e testumunho ( com minhas dores físicas de sábado acabei esquecendo de começar o jejum). Não que seja ruim, pois amo ouvir os testemunhos de outras pessoas ainda que eu tenha dificuldade para prestar o meu próprio em inglês.
Sabe aquela velha história de que parece que todos os testemunhos são diretamente para você? Pois é, foi bem assim! O que foi extraordinariamente fortificante pra mim...do começo até o final dos testemunhos, o semblante do Wagner era desânimo. As crianças foram as primeiras a irem prestar o testemunho, coisa mais linda Suzana e Wagninho, sentados esperando a vez deles, e logo em seguida, Jarom levanta e senta ao lado deles também para prestar o testemunho também. Eu fiquei impressionada com as crianças, pois eles tiveram que esperar muito tempo até a vez deles, brother Westwood demorou bastante. Mas as crianças ficaram lá, bem comportadas, coisas mais fofas.
O testemunho do brother Westwood me ajudou muito a entender que todos nós somos muito orgulhosos para receber a ajuda de próximo, e aí é onde precisamos aprender a ser humildes para aceitar a ajuda e ajudar as pessoas a servir. E percebi que até ele, conselheiro do ramo, quase 60 anos (não sei), tem dificuldades, e aceita o fato de ainda ter que aprender através das dificuldades. Enquanto eu, nos meus 29 anos, não tenho conseguido aceitar o fato de ainda ter que passar por dificuldades, e ainda com 3 filhos!!! Esses irmãos e irmãs do nosso branch tem netos, e ainda passam por dificuldades....quem sou eu?
Então percebi o semblante do Wagner se suavizando... Ele levantou e prestou o testemunho dele, e fiquei feliz de ver a força crescendo dentro dele e o rosto brilhando novamente. Terminou a sacramental e ele decidiu ficar em todas as reuniões. Yay! Não gosto de sair numa das reuniões, somente se for muito necessário!
De volta em casa, comemos, descansamos, conversei com minha amiga Juliana Trentini, por telefone para compartilhar minhas dores...Foi muito bom conversar com ela, pois me senti mais aliviada e animada para a semana. Me ajuda a esclarecer os pensamentos também. Recebi muitos bons conselhos dela, para animar o Wagner e ajudá-lo a lembrar quem ele é, e a ser um exemplo para as crianças do tipo de pessoa que passa por aflição, mas que levanta a cabeça e bola pra frente.
Ajudei a Suzana a escolher as metas do "Faith in God", depois assistimos videos da igreja no site Mormonchannel.com
Tive uma crise com Wagninho e depois com as meninas (insastifação pela desobediência do Wagninho). Ele se comprometeu a melhorar durante a semana e eu pedi desculpa pelas duras palavras que disse (disse que não amava mais ele). Fizemos as pazes, e depois fomos jantar.
Enquanto fazia um lanche, Wagner e conversamos sobre algo que acho que foi a grande lição de hoje: Egoísmo!
Às vezes tenho a impressão que temos feito uma tempestade num copo dágua, que não é o fim do mundo para estarmos tão desanimos e chateados com nossa atual adversidade. E hoje tive a certeza disso. O que Wagner disse fez todo sentido. Nós não somos os únicos com problemas nessa Terra, nem no ramo, para querer sair depois da sacramental. Se ter problemas na vida for motivo para sair cedo da igreja, então não ficaria ninguem na igreja hoje do Ramo Geneseo. Com esse raciocínio do Wagner, eu pensei que realmente, hoje nos testemunhos, todas as pessoas compartilharam algum problema que estavam enfrentando ou que já viveram. Visualizei na minha mente, todos os membros do branch, e só vi pessoas vivendo em dificuldades, mas firmes e fortes, todos os domingos, fortalecendo umas as outras. Isso me fez sentir muito mal, por achar que sou a única a sofrer na vida. Isso é agoísmo! Pensar somente nos nossos problemas, e não ajudar ninguem. Tantas pessoas precisando da nossa ajuda naquele lugar hoje! E eu nem ao menos liguei para a sister Westwood para saber no que eu poderia ajudar ela quando brother Westwood esteve doente da coluna sem poder se mexer. Quanto egoístas somos! Espero essa lição ter aprendido hoje, não ser egoísta, pensar somente nos meus problemas, mas ajudar as pessoas a minha volta!
Amém!
Eu sempre acreditei que quando estamos sem vontade de fazer alguma coisa boa, é aí que devemos fazer, mesmo sem vontade. Acredito que algo muito bom acontece quando nos forçamos a fazer algo de bom. E sei que quando perdemos um dia de igreja, daí acostumamos e todo nosso domingo e semana fica muito ruim.
Bom, falei para mim mesma deitada na cama: "Levanta e vai" (faz o melhor que você pode mesmo com dor na igreja)....
Então levantei e comecei a me arrumar e apressar as crianças. Depois vi Wagner deitado na cama e ele me disse que não queria ir a igreja. Eu disse que ele deveria ir, e ele foi.
No carro, lembrei sobre o conselho da minha amiga Márcia, de ouvir o esposo e dar atenção e crédito ao que ele sente. Acabei me sentindo mal por ter feito ele ir à igreja mesmo sem vontade, ao invés de ter apoiado ele a ficar em casa ou sei lá...então dugeri ele a ficarmos somente na sacramental e depois poderíamos voltar para casa. Ele concordou e fez uma expressão menos pesada. Quando chegamos na igreja, claro o de costume à situação, algumas pessoas perguntaram impertinentemente sobre nossa data de mudança, sem saberem de nada, me colocando numa situação difícil. Foi então quando me sentei para começar a reunião, que percebi que era domingo de jejum e testumunho ( com minhas dores físicas de sábado acabei esquecendo de começar o jejum). Não que seja ruim, pois amo ouvir os testemunhos de outras pessoas ainda que eu tenha dificuldade para prestar o meu próprio em inglês.
Sabe aquela velha história de que parece que todos os testemunhos são diretamente para você? Pois é, foi bem assim! O que foi extraordinariamente fortificante pra mim...do começo até o final dos testemunhos, o semblante do Wagner era desânimo. As crianças foram as primeiras a irem prestar o testemunho, coisa mais linda Suzana e Wagninho, sentados esperando a vez deles, e logo em seguida, Jarom levanta e senta ao lado deles também para prestar o testemunho também. Eu fiquei impressionada com as crianças, pois eles tiveram que esperar muito tempo até a vez deles, brother Westwood demorou bastante. Mas as crianças ficaram lá, bem comportadas, coisas mais fofas.
O testemunho do brother Westwood me ajudou muito a entender que todos nós somos muito orgulhosos para receber a ajuda de próximo, e aí é onde precisamos aprender a ser humildes para aceitar a ajuda e ajudar as pessoas a servir. E percebi que até ele, conselheiro do ramo, quase 60 anos (não sei), tem dificuldades, e aceita o fato de ainda ter que aprender através das dificuldades. Enquanto eu, nos meus 29 anos, não tenho conseguido aceitar o fato de ainda ter que passar por dificuldades, e ainda com 3 filhos!!! Esses irmãos e irmãs do nosso branch tem netos, e ainda passam por dificuldades....quem sou eu?
Então percebi o semblante do Wagner se suavizando... Ele levantou e prestou o testemunho dele, e fiquei feliz de ver a força crescendo dentro dele e o rosto brilhando novamente. Terminou a sacramental e ele decidiu ficar em todas as reuniões. Yay! Não gosto de sair numa das reuniões, somente se for muito necessário!
De volta em casa, comemos, descansamos, conversei com minha amiga Juliana Trentini, por telefone para compartilhar minhas dores...Foi muito bom conversar com ela, pois me senti mais aliviada e animada para a semana. Me ajuda a esclarecer os pensamentos também. Recebi muitos bons conselhos dela, para animar o Wagner e ajudá-lo a lembrar quem ele é, e a ser um exemplo para as crianças do tipo de pessoa que passa por aflição, mas que levanta a cabeça e bola pra frente.
Ajudei a Suzana a escolher as metas do "Faith in God", depois assistimos videos da igreja no site Mormonchannel.com
Tive uma crise com Wagninho e depois com as meninas (insastifação pela desobediência do Wagninho). Ele se comprometeu a melhorar durante a semana e eu pedi desculpa pelas duras palavras que disse (disse que não amava mais ele). Fizemos as pazes, e depois fomos jantar.
Enquanto fazia um lanche, Wagner e conversamos sobre algo que acho que foi a grande lição de hoje: Egoísmo!
Às vezes tenho a impressão que temos feito uma tempestade num copo dágua, que não é o fim do mundo para estarmos tão desanimos e chateados com nossa atual adversidade. E hoje tive a certeza disso. O que Wagner disse fez todo sentido. Nós não somos os únicos com problemas nessa Terra, nem no ramo, para querer sair depois da sacramental. Se ter problemas na vida for motivo para sair cedo da igreja, então não ficaria ninguem na igreja hoje do Ramo Geneseo. Com esse raciocínio do Wagner, eu pensei que realmente, hoje nos testemunhos, todas as pessoas compartilharam algum problema que estavam enfrentando ou que já viveram. Visualizei na minha mente, todos os membros do branch, e só vi pessoas vivendo em dificuldades, mas firmes e fortes, todos os domingos, fortalecendo umas as outras. Isso me fez sentir muito mal, por achar que sou a única a sofrer na vida. Isso é agoísmo! Pensar somente nos nossos problemas, e não ajudar ninguem. Tantas pessoas precisando da nossa ajuda naquele lugar hoje! E eu nem ao menos liguei para a sister Westwood para saber no que eu poderia ajudar ela quando brother Westwood esteve doente da coluna sem poder se mexer. Quanto egoístas somos! Espero essa lição ter aprendido hoje, não ser egoísta, pensar somente nos meus problemas, mas ajudar as pessoas a minha volta!
Amém!
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