"The greatest thing you'll ever learn is just to love and be loved in return"

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

The best cook

Ontem a noite também Wagninho me deu um adesivo dos bombeiros de cor dourada, e grudou no meu avental, que eu estava usando, e me disse: "Aqui mãe, porque você é the best cook!"
  Agradeci à ele, mas depois só pude rir por dentro hahahaha Eu? The best cook? Eu sou o terror da cozinha, mas sei cozinhar, só não curto muito. 
Aos olhos do meu filho, ser a melhor cozinheira é muito importante, é um elogio! Porque é a mãe quem faz as coisas deliciosas que ele ama comer. É a mãe que esta na cozinha todos os dias quando ele vem faminto procurando algo para comer, é a mãe que ensina à ele como usar as coisas da cozinha e até ensina-o a cozinhar! Interessante...
Será por isso que ainda me esforço para cozinhar, mesmo não sentindo muito prazer? Sem dúvida, eu faço pelos meus bebês!

Bebê gorda crescendo

Ontem a noite, Solara mostrou mais uma vez que esta crescendo...que pena rsrsrs 
Ela falou perfeito os nomes de todos em casa, sem aquele jeito "errado de falar" que bebês geralmente fazem. 
Ai, partiu meu coração, times flies!

"You are mean mom"

Ontem aconteceu algo interessante. Como todos os dias depois da escola, eu lembro às crianças as tarefas que eles precisam fazer antes de se divertir ou fazer o que quiser. Para Suzana basta pedir 1 vez, mas claro que para Wagninho, é preciso repetir mais 5 vezes. Numa dessas vezes que pedi mais intensamente, ele me disse que eu era muito Mean (malvada), porque não deixava ele assistir um desenho, mas ao invés arrumar a mochila. Sério, eu recebi mais como um elogio do que uma ofensa. Nos dias de hoje, ser uma mãe malvada significa aquela que diz não para o filho quando é preciso dizer, sem ter medo, pois nós sabemos que durante o percurso dessa vida eles ouvirão muitos não, e que nem sempre isso será algo ruim, mas será para o bem deles. Ser mãe nos dias de hoje também é não dizer sim para tudo, pois sabemos que dizer sim significa que alguns dos nossos filhos ficarão mimados e decepcionados quando ouvirem algo diferente de sim. E foi isso que disse para meu menino de 5 anos que continuou sua birra, sem saber muito o que dizer, pois eu havia quebrado as palavras e pensamentos dele, quando eu disse: Se ser uma mãe mean para você é dizer não, porque eu amo tanto você, que não quero que você fique mimado e preguiçoso, se eu disser apenas sim para tudo que você quer. Então, obrigada, eu sou sim, uma mãe mean!

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Confession

Yes, I am a yeller!
É difícil de admitir, mas acho que esse é o primeiro passo. Há alguns anos atrás eu percebi que realmente tinha dificuldade de me controlar com as crianças e gritar...algumas vezes ficava até com roquidão. Mas isso não é nada fácil de reconhecer. Não precisa nem dizer a culpa que uma pessoa que grita com os filhos sente depois do episódio. Considero que gritar com os filhos é tão doloroso quanto dar umas palmadas. Por serem menores, filhos e mais frágeis, crianças, nos sentimos nos direito de fazer isso, que é errado. Eles precisam ser tratados com o mesmo respeito que tratamos os adultos, nossos amigos por exemplo.E tratando-os com desrespeito me sinto uma mãe fracassada, e sem sentimento. Como posso amar e gritar ao mesmo tempo com as criaturinhas mais puras. Depois de muito tentar não mais gritar com meus filhos, anos de tentativas, hoje me vejo fracassada novamente. Essa manhã perdi o controle e gritei demais com Wagninho e até Suzana que não tinha muito haver com a história. Ele mereceu receber minha advertência e merecia me ver séria e zangada, mas foi pior, gritei muito, feito uma louca, e ainda bati nos dois e pior, antes de ir para a escola pela manhã. Culpa e lágrimas não são o suficiente para dizer como meu coração esta pesado e arrependido.
Meu dia que tinha começado muito bem, simplesmente acabou, e até eles chegarem da escola, vou me sentir assim. Preciso muito dar um forte abraço neles e pedir perdão apropriadamente.
Entãi mais uma vez, pesquisei no youtube mães que passam pelo mesmo que eu, e que conseguiram vencer esse hábito horrendo. Me sinto no meio de um ciclo de gritos (vó, mãe, eu...), e sei que eu tenho a responsabilidade de não passar hábitos ruins para meus filhos, mas isso parece ser tão além da minha capacidade. Eu tenho falhado nessa tarefa, pois cada vez mais frequentemente tenho visto meus filhos agindo da mesma maneira que eu, gritando uns com os outros, aprenderam rápido a fazer o errado de mim. Triste!
Hoje encontrei recursos que perecem que fazem bastante efeito. Para me ajudar ainda mais, criei um chart de acompanhamento que diminuir a frequencia que grito, que é pouco, o ruim é quando grito, causo muito estrago. E através desse chart, eu vou ter a ajuda das crianças para me me lembrar no momento crucial de respirar fundo e falar baixinho.Vamos ver como me sairei, já me comprometi comigo mesma, e vo me comprometer com meus babies. Por esta razão vim aqui escrever no blog, porque sei que isso me ajudaria a levar mais a sério meu compromisso, e sei que nenhuma pessoa esta isenta de perder o controle e gritar com os filhos, talvez isso venha ajudar alguns de vocês que estão lendo.

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Wake me up?

Há pouco tempo atrás antes de Suzana ir para a cama dormir, ela teve sede e juntas descemos para beber água, quando que naturalmente eu pedi dela um favor: Suzana você pode me acordar amanhã cedo quando você levantar por favor?
Pode parecer uma pergunta normal para algumas pessoas, mas para mim, no mesmo momento que perguntei isso soou muito estranho. Eu coloquei nas mãos de uma menina de apenas 9 anos de idade a responsabilidade de me acordar cedo porque eu de quase 30 anos não tenho a garantia em mim mesma de conseguir acordar cedo. Mas ao invés disso, eu prefiro confiar na minha filha de 9 anos porque é certeza, garantia certa, porque ela se levanta todos dias sem falhar as 6:30 da manhã. Realmente alguma coisa esta errada! É surpreendente a responsabilidade que Suzana tem, e vergonhoso para mim que até hoje, aos 29 anos quase 30, ainda não consegui ter controle de acordar na mesma hora e cedo. Eu tenho muitas desculpas e boas desculpas, que não deixam de ser desculpas. O que me resta é seguir o exemplo da minha filha mais velha, que desde tão nova, já consegue usar seu poder do exemplo para inspirar e modificar o coração de sua mãe tão "velha".

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Não fazer rótulos ruins eu já sabia, mas e os bons?

   Recentemente eu lí um artigo sobre elogiar os filhos e mudei minha forma de elogiar a inteligência das crianças. 
   Eu realmente estava elogiando demais a inteligência ao invés deo esforço, e isso realmente eu percebi estava fazendo um efeito ruim para a Suzana e para Wagninho. Suzana porque ela pensa já faz alguns 2 anos que ela não pode falhar, não pode errar, ela tem que fazer tudo certo e perfeito para não nos deixar insatisfeitos, visto que sempre que ela vem com boas noticias da escola nós imediatamente falamos como ela é inteligente e que já esperávamos isso dela. Isso realmente fez uma pressão nela, pois 2 vezes que ela fez uma escolha errada na escola ela só me contou 1 ano depois, por temer a nossa reação. 
   Então depois que li esse artigo alguns meses atrás eu mudei minha estratégia, eu disse que ela não é perfeita e que tudo bem às vezes errar, que faz parte do aprendizado, eu disse que até mesmo eu e o pai dela erramos muito, somos todos imperfeitos, o importante é se arrepender e melhorar. Isso fez ela ficar mais relax e aproximou-a mais de mim. 
   Depois que passei a usar essa linha de pensamento com minha filha, ela mudou de "a de que não pode falhar", para a "confiante de poder tentar tudo"! É uma técnica aproximadora, ela sabe que não é perfeita e ela sabe que eu sei disso. Não que ela não fosse confiante antes(na verdade admiro a confiança dela, ela é aventureira), mas percebi que agora ela tem mais confiança nela mesma e em mim!  
  Isso me fez lembrar muito da minha infância, de quando minha mãe me rotulava como "A inteligente". Realmente isso não foi saudável, porque eu me via como "a pessoa especial", e com isso, a idéia de que eu sempre teria sucesso. Mas não foi bem assim que a vida percorreu, como naturalmente a vida é, com muitos desafios e dificuldades. Demorou um pouquinho para eu aceitar que era como todas as pessoas e não melhor, que tinha que trabalhar e estudar tanto quanto as outras pessoas, senão nada aconteceria na minha vida, só porque eu era inteligente. Foi duro no começo, mas naturalmente aceitei e que bom que consegui me adaptar sem problemas.
Então esse é o artigo:


DICAS DE COMO ELOGIAS SABIAMENTE SEUS FILHOS 
O excesso de elogios pode não fazer tão bem aos filhos quanto se imagina. Veja quando o elogio pode atrapalhar ao invés de ajudar.
Um estudo realizado há alguns anos apontou um resultado um tanto inusitado: elogiar demais uma criança pode atrasá-la, ao invés de estimulá-la. A pesquisa foi tema de uma matéria publicada em 2007 pela Revista Época (clique aqui para ler a matéria na íntegra), que explica dois tipos de elogios. Um pode fazer muito bem, enquanto o outro pode se reverter em cobrança. Então a questão é: como elogiar?

Evitar rótulos

Segundo a pesquisa publicada pela Revista Época, quando se elogia a pessoa ao invés da postura dela diante de uma situação, você está afirmando que ela é daquele jeito e não pode mudar. Um exemplo é quando alguém ouve constantemente que é inteligente. Essa pessoa acredita que não pode nunca errar, então, muitas vezes evita situações um pouco mais difíceis com medo de não parecer inteligente. Não que haja problemas em chamar alguém de inteligente. O problema são os excessos.

Seria mais prudente elogiar a criança pelo esforço. Por exemplo: “Parabéns por você ter tirado uma nota tão boa, você se esforçou muito”, e não “você é muito inteligente, sempre tira boas notas”. Se o segundo caso for mais frequente, imagine a frustração de uma criança quando ela não tirar uma nota tão boa. Ela pode se sentir fracassada.


Não incentivar a competição

Muitos pais incentivam que os filhos sejam melhores do que os outros. Eles nem imaginam o mal que estão causando aos filhos, que vão passar a vida tentando superar os outros, e sempre encontrarão pessoas mais bonitas, mais inteligentes, mais ricas. Pelo menos é isso que vão acreditar, por estarem sempre se comparando aos outros. Ao invés de dizer ao filho “seja o melhor aluno da turma”, um bom conselho seria dizer “filho, procure sempre fazer o seu melhor”.

Você percebe a diferença? Na primeira frase, o filho é estimulado a usar outras pessoas como parâmetro para superá-las, e a competição será sempre sua arma para buscar prestígio dos outros. Já na segunda frase, os pais estarão incentivando o filho a se esforçar para buscar satisfação pessoal dentro do seu limite, por isso raramente se sentirá frustrado. O que não impede que os pais incentivem o filho a usar outra pessoa para tê-la como exemplo de sucesso. Mas daí não é uma questão de disputa, e sim de incentivo. Diga ao seu filho que não existem pessoas mais bonitas ou mais inteligentes, por exemplo, mas sim com aparências e habilidades diferentes, e que todas são importantes para a sociedade.


Ou seja, elogiar faz muito bem para os filhos. Só tome cuidado como, quando e quanto elogiar. Tomando esses cuidados, esbanje amor e carinho, afinal, o mundo está carente demais de afeto. E nossos filhos são um grande presente de Deus, não é mesmo? Então vamos cuidar bem deles.

- See more at: http://familia.com.br/dicas-de-como-elogiar-sabiamente-seus-filhos#sthash.dDj5C6UQ.dpuf




De outra pessoa escrevendo sobre esse estudo:

Um teste, realizado nos Estados Unidos com mais de 400 crianças da quinta série (Carol S. Dweck / Ph.D. Social and Developmental Psychology / Mindset: The New Psychology of Success), desafiava meninos e meninas a fazer um quebra-cabeças, relativamente fácil.
Quando acabavam, alguns eram elogiados pela sua inteligência (“você foi bem esperto, hein!) e outros, pelo seu esforço (“puxa, você se empenhou pra valer hein!”).
Em uma segunda rodada, mais difícil, os alunos podiam escolher entre um novo desafio semelhante ou diferente.
A maioria dos que foram elogiados como “inteligentes” escolheu o desafio semelhante.
A maioria dos que foram elogiados como “esforçados” escolheu o desafio diferente.
Influenciados por apenas UMA frase.
O diagrama abaixo mostra bem as diferenças de mentalidade e o que pode acontecer na vida adulta.
graf
O Malcom Gladwell tem um ótimo livro sobre a superestimação do talento, chamado “Fora de Série” (“outliers”). Lá aprendi sobre a lei das 10 mil horastempo necessário para se ficar bom em alguma coisa e que já ensinei pro meu filho.
Se você tem um filho, um sobrinho, ou um amigo pequeno, não diga que ele é inteligente. Diga que ele é esforçado, aventureiro, descobridor, fuçador, persistente.
Celebre o sucesso, mas não esqueça de comemorar também o fracasso seguido de nova tentativa.
UPDATE : Apenas alguns esclarecimentos a alguns dos comentários…
01. Não, eu não estou dizendo para não elogiar as crianças. E não, também não estou dizendo para você nunca dizer para o seu filho que ele é inteligente. É apenas uma questão de evitar o RÓTULO.
02. Evidentemente não sou o autor dessa tese/teoria, muito menos desse estudo citado no post. Escrevi justamente SOBRE essa linha de pensamento. Quem escreveu essa teoria foi Carol S. Dweck / Ph.D. Social and Developmental Psychology / Mindset: The New Psychology of Success(http://news.stanford.edu/news/2007/february7/dweck-020707.html) como foi citado acima e nos comentários também.
03. Gostaria de aproveitar o update e agradecer pelos inúmeros comentários e likes, o que prova o quanto esse assunto é fascinante. Obrigado!

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Suzana em Vicio de ler

Ontem depois que Suzana chegou da escola pedi que ela fosse tomar banho, mas que náo precisava lavar os cabelos, pois ainda estavam limpos e cheirosos. Quando fui até o banheiro buscar a Solara (que queria tomar banho com Suzana), vi Suzana tomando banho e lendo um livro ao mesmo tempo. Inacreditável, esse foi o máximo que já vi de uma pessoa que é viciada em leitura rsrsrs. By the way, o livro era The Diary of a Wimpy kid.