"The greatest thing you'll ever learn is just to love and be loved in return"

domingo, 29 de novembro de 2020

Minha experiência com Éter 12 e mudança de Vinhedo

 No início da semana que passou, eu recebi a notícia que nossa viagem para Boa Vista-RR deveria ser antecipada para final de janeiro. Isso me causou uma ansiedade muito grande pois significa que passarei menos tempo aqui em Vinhedo, nesse lugar e casa que gosto muito!

Além disso, fiquei muito preocupada com o trabalho que ainda falta para organizar a mudança, venda de móveis, mudança da data da passagem e airbnb e pouco tempo para fazer tudo isso.

Fiquei muito tensa e nervosa. E quando deu o horário de ler o Livro de Mórmon, a desgnação do Vem e Segue-me da semana era Éter 12-15. Lí o capítulo 12, e senti um alívio e gratidão muito grande por sentir que Morôni estava falando sobre fé especialmente pra mim. Eu precisava dar um passo de fé, e acreditar as coisas iriam dar certo, e que em Boa Vista seremos felizes também. Eu precisada acreditar que naquela situação, eu poderia ter paz e tranquilidade se eu quisesse, bastava eu acreditar.

Pela primeira vez, eu vi a fé mais do que um ato de obedecer e alinhar nossa vida à vontade de Cristo. Eu vi fé como um ato de otimismo e confiança, mas em quê? Confiança em Cristo, que Ele não vai nos desamparar porque estamos fazendo a nossa parte como seu seguidor. Se estivermos preparados e guardando seus mandamentos Ele não irá permitir que sejamos infelizes. Também vi a Fé como um princípio de poder para coisas boas acontecerem. Atraímos coisas boas, como alegria, paz e felicidade quando exercemos fé em Cristo.

Depois de compreender esse capítulo, e ver mais adiante que as nossa fraquezas se tornam força pelo Senhor, eu pedi do Pai Celestial que me ajudasse a acreditar que tudo iria dar certo nesse processo de mudança. Pedi que me ajudasse a ser otimista e ter fé de que seremos felizes em Boa Vista-RR como somos aqui nessa casa em Vinhedo. Possívelmente seremos até mais felizes, se guardamos melhor ainda a palavra do Senhor.

Mudança de casa, lugar é tão difícil, mas parece que agora está ainda mais difícil pra mim. Por isso pedi do Senhor para ajudar-me na minha fraqueza de apêgo a este lugar. Sei que mesmo assim ainda será uma transição difícil, pois o Senhor não retira os desafios do meio de seus filhos. Mas sei que Ele me ajudará a controlar melhor minhas emoções, e ser otimista sobre o novo lugar que moraremos. Assim oro.


sexta-feira, 9 de outubro de 2020

Realization about myself

 Hoje por alguns momentos falei sozinha em ingles, depois que vi um video sobre o que os milenials pensam e da forma que foram criados. Isso me fez reletir sobre a minha infância, adolescência e vida adulta. Realmente eu vim de uma geração onde os pais tentaram fazer diferente de como os pais deles fizeram ao cria-lós. Isso me ajudou a perceber muitas coisas sobre mim mesma, e tive a realização que preciso falar mais comigo mesma sobre eu mesma, pois foi muito transformador e agradável analisar as coisas que passei e minhas reacões, e como isso formou a pessoa que sou hoje. Então decidi escrever aqui, as coisas que percebi. Isso é bastante terapeutico(escrever meus pensamentos), e quem sabe pode ajudar meus filhos e netos no futuro a me conheceram melhor, e a conhecerem mais eles mesmos. 


Depois volto para continuar meus pensamentos.

Voltando aqui para registrar uma das realizações 2 anos depois. Hoje é dia 17 de outubro de 2022.

Uma das realizações que me lembro, é da criação que tive na minha infância e adolescência, pela minha mãe. Mas preciso falar sobre minha mãe antes, para entender a realização que tive sobre mim. Vale dizer que minha mãe tem vários problemas, não sei descrever muito bem, mas deve ser algo haver com trantorno de personalidade..Bom devido aos muitos traumas de infância e experiências traumáticas ao longo da vida dela, ela adquiriu alguns hábitos ruins. Um desses hábitos é de mentir. Parece que ela mente que nem percebe às vezes. E inventa ou aumenta umas histórias bem mirabolantes. 

Como isso me afetou

Ela costumava mentir, quando eu era criança e pedir minha confirmação. Eu sentia que era errado, mas minha mãe me olhava bem nos olhos, e eu acabava concordando com a minha mãe, ou seja, mentindo também. A mentira fazia parte da minha vida, e eu passei a mentir também. Mas me sentia mal pelas mentiras que eu contava. No geral eram coisas que eu sentia vergonha de aceitar, por exemplo, eu estava muita atrasada na escola devido às mudanças de casa e cidades. Então eu dizia que estava na 7° série, mas na verdade eu estava na 4°, etc. Ainda quando criança, me lembro de tentar não confirmar as mentiras da minha mãe. Eu não entendi muito bem o porquê, por alguma razão isso fazia me sentir bem, mas ainda não era o suficiente para eu mudar. Eu precisava de um motivo certo.

Depois de mais crescida, aos 14 anos, eu estava aprendendo o evangelho no Livro de Mórmon e praticando com o Progresso Pessoal. Então senti vergonha da mentira. Eu estava aprendendo a me enxergar, reconhecer como era, e ver o que podia melhorar. Tomei uma decisão pessoal de ser honesta comigo mesma, meus pensamentos, com Deus e com as pessoas ao meu redor. Então veio o teste, minha mãe mentindo mais uma vez sobre alguma coisa para algumas pessoas, e pedindo minha confirmação. Foi desafiador enfrentar minha mãe, mas foi libertador ser honesta. Tornei isso uma hábito, e minha mãe já percebia que não tinha mais controle sobre mim.

Como isso me afeta hoje em dia - realização

A realização que tenho tido nos últimos anos, é de que parte do que sou hoje, é reflexo do que já vivi. Por exemplo, eu sou extremamente desconfiada. E não confidencio isso com orgulho. Isso interfere muito meu relacionamento com meu esposo, e filhos. Eu tenho essa dificuldade para tudo. E a realização que tive é de que adquiri isso na minha infância. Quando eu via minha mãe mentindo para outras pessoas, eu aprendi que as pessoas mentem e enganam. Como posso acreditar nas pessoas, se sei que elas podem mentir? O ser humano que eu mais confiava, que eu tinha maior contato, amor e que conhecia as minhas fraquezas, minha mãe, mentia na minha frente e pra mim. De alguma maneira eu decidi no fundo da minha mente, não ser mais vulnerável assim e confiar em pessoas, nem nos mais próximos. Isso afetou meus relacionamentos pois não parecia existir relacionamentos de confiança no meu mundo.

Sabendo disso agora, o que posso fazer? O que tenho tentado fazer, é dizer para mim mesma não pensar no cenário ruim. Não achar que as pessoas estão tentando me enganar o tempo todo. E minha melhor e maior motivação para mudar minha mentalidade, é o meu esposo e meus filhos. Eu quero um relacionamento forte com eles, para merecê-los por toda a eternidade. Mas confesso que não é fácil. Preciso repetir para mim mesma, dezenas de vezes, que meu esposo e filhos tem as melhores das intenções, que são bons, que desejam o bem para mim, que não estão me enganando. E lembro dos conflitos que poderão ser evitados, se eu dar um voto de confiança para eles. Devo destacar que viver assim tem sido bem mais leve. Ainda não é um hábito. Às vezes eu falho, reconheço, me arrependo e  peço desculpas, e começamos de novo.

Sou muito grata por estar aprendendo mais sobre mim, numa idade que ainda dá tempo de corrigir os erros, mudar, e melhorar meus relacionamentos com minha família. Não guardo rancor da minha mãe, felizmente. Mas sei que não é o mesmo para minhas irmãs. Espero poder continuar aprendendo mais sobre mim, entendo mais porque ajo da maneira que ajo, e corrigir o que puder corrigir.



Outra realização - Conhecemos a nós mesmos, quando aprendemos sobre nossos antepassados

Minha mãe viveu num lar muito desestruturado. Ela sofreu abusos de trabalho infantil, não recebeu a devida atenção e cuidados na fase importante de infância, teve maus exemplos do pai, mãe e madrasta, e uma educação bem rígida, típica dos anos 60 e 70. Ao invés de uma educação positiva, havia imposição, ameaça, e castigo físico. Então num cenário desse, minha mãe acabou buscando atenção fora de casa, casou e teve filhos jovens, e a história é longa. 

Como isso me afetou

Quando minha mãe teve os próprios filhos, hoje vejo que ela tentou dar uma educação diferente da que ela recebeu. Mesmo assim, houve alguns momentos que ela usou a educação rígida do pai. Mas no geral percebo hoje que minha mãe se esforçou muito para dar amor e carinho, e elogiar, algo que ela talvez não recebia frequentemente. Mas é importante ressaltar que ela tinha dificuldades para elogiar. Algumas vezes ela destaca muito meus defeitos, inclusive físicos, e outras vezes elogiava bastante a minha inteligência. 

Esse cenário é importante também relatar, pois prepara para outros aspectos da minha educação. Parece ser contraditório, pois ao mesmo tempo que recebia elogios a respeito da minha inteligência, minha mãe não aceitava que seus filhos discordassem dela. O ambiente do nosso lar era sempre ouvir e seguir o que minha mãe ditava, seguir a forma de pensar dela. Não existia espaço para discordar, opiniões, participação em assuntos da casa, ou mesmo expressar o que pensavamos, pois era quase sempre recebido de forma desgradável.

Como isso me afeta hoje em dia - realização

Eu aprendi que isso influenciou minha vida, e inconscientemente eu criei alguns hábitos prejudiciais. Por exemplo, que filhos não discordam da mãe, não desenvolvi um senso crítico, e não aprendi a discordar, ou respeitar quando outros discordam de mim. Além de tudo isso, sinto que sou muito controladora. Não só com meus filhos, mas com a vida. Quando tenho que aguardar por um período incerto, para algo acontecer, por exemplo uma mudança, ou decidir para onde se mudar, fico extremamente ansiosa. Me sinto fora do controle e isso me frustra demais! Hoje em dia percebo que tenho muita dificuldade de discordar, receber críticas, ou ouvir pontos de vistas, pois não pratiquei. Essas caraterísticas podem ser peculiar a minha pessoa, mas talvez tenham ficado mais intensos devido à falta de prática e ensino na minha infância e adolescência. 

Saber que tenho essas dificuldade, e entender o porquê me ajudou a refletir sobre a educação que estou dando para meus filhos. Por mais que eu tente com muita intenção evitar a educação da minha mãe, às vezes me vejo agindo como ela. Tive que aprender que é importante ouvir meus filhos, dar voz à eles também; e por quê não concordar com o ponto de vista deles? Por meio do estudo do evangelho, livros e meu esposo, entendo a importância de pensarmos diferente. É melhor aceitarmos que vamos pensar diferente um do outro, e apreciar essa diferença para o bem da família. Não precisamos pensar igual sobre tudo, para sermos uma família unida. Claro que em termos gerais do evangelho de Cristo, estamos ensinando nossos filhos a pensa como Cristo. 

Ainda estou em processo de aprender a receber críticas, discordar dos outros sem ficar nervosa, e deixar meus filhos a pensarem e agirem diferente de mim. Confesso que não sei muito qual a melhor estratégia. Mas acredito que só por reconhecer essa dificuldade, e desejar melhorar, já estou progredindo. 

Tento lembrar que não dar voz às pessoas é similar ao plano do inimigo, de tirar o arbítrio. E isso me ajuda a controlar esse impulso de controlar o que os outros pensam, ou controlar a vida. Para a vida acontecer, os mais variados cenários irão aparecer, e não poder fazer nada sobre isso é o desafio e beleza de se viver. Ficar totalmente à mercê das mãos do Senhor, praticar a fé, confiança de que tudo vai dar certo, ao invés de confiar no meu braço. Esse tem sido meu treino constante!

sexta-feira, 4 de setembro de 2020

Pérolas Solara - Leituras de 3 Néfi

Dia 1 de setembro- Estávamos compartilhando nossas leituras do livro de mórmon, e mencionamos sobre o poder e confiança que Néfi recebeu do Senhor para fazer as coisas acontecerem em Helama 13, quando ele pede para haver fome para parar a guerra.
E Solara fala: "Se eu fosse ele eu teria pedido para chover hambúrguer".

Leitura dia 3 de setembro- Durante nossos comentários sobre nossa leitura Solara diz:

quinta-feira, 17 de outubro de 2019

Opções de faculdades pós BYUI

 Terminar o associate da BYUI, e entrar na faculdade do Brasil Hoje, depois de muita ponderação, criei um planejamento que vejo que faz sentido nesse momento em relação aos meus estudos e profissão que pretendo obter.

Terminar o associate da BYUI, e entrar na faculdade do Brasil:
1- Pedagogia ou letras
           para ensinar em escolas bilingue, ou se especializar em educação especial de crianças com                   sindrome de down e outros transtornos.
2- Psicologia
           Para cuidar de crianças e pais
3- Faculdade de música
4- Recursos Humanos (alguma área administrativa).

Outros:
Fonoaudiologia
Fisioterapia (idosos e crianças)
Farmácia


Fazer enem, Unicamp, etc.

terça-feira, 15 de outubro de 2019

Letra música Batismo de Wagner A. Pinheiro

Em preparação do batismo da Solara, tivemos que escrever a letra dessa música que Wagner criou na adolescência. Estou colocando aqui a letra que escrevemos numa folha de papel em fevereiro de 2019, para manter o registro.


Sinto uma imensa paz

No peito um calor
Minha alma está feliz, feliz

Em mim, o amor se faz
Seguirei meu Salvador
Seu espírito me diz, me diz

Se estás disposto a chorar com os que choraml

Consolar os necessitados e servir de testemunhas de Deus
Em todos os momentos e também em todas coisas e em todos os lugares em que você estiver
Se esse for o desejo de teu coração então nada te impede de nas águas hás de entrar.

Tendes fé inabalável nele confiando...

Livro da vida da Sol: em construção

 

Estou preparando um livro de recordação para a Solara, então estou juntando eventos e momentos importantes que consigo me recordar, como parte da preparação para a confeccção do livro dela. Algo parecido que fiz para Wagninho e Suzana. Ela está bem ansiosa!

Solara: Fatos Importantes, Conquistas, Eventos importantes, Acontecimento ou inesquecível Marcantes, Interesses, atividades favoritas


Nascimento até 1 ano

Evento importante: nascimento da boneca da Suzana.

FATOS:

  1. era sorridente,
  2. quando nasceu era bem rosinha,
  3. dormia muito na nossa cama(até hoje),
  4. mudou de país com 3 meses de nascida,
  5. Escalou o Y,
  6. desde cedo segurava nossa orelha para relaxar(faz isso ate hoje)


A partir de 1 ano

•FATOS:

  1. aprendeu a andar,
  2. era muito independente pois não esperava ajuda já ia servindo seu prato na mesa mesmo derrubando tudo na mesa,
  3. gostava de dançar,
  4. descobriu que tinha umbigo,
  5. amava se esconder dentro dos armários da cozinha,
  6. gostava de pegar as canetinhas e borrachas dos estojos escolar dos irmaos,
  7. não gostava de usar fralda,
  8. usava meus saltos altos


Demais anos:

  • comia bem,
  • dançava,
  • assistia desenho,
  • usava tablet,
  • mexia nos brinquedos dos irmãos,
  • usava hidratante,
  • desfazia papel higiênico,
  • se riscava com caneta,
  • amava adesivos e colocava em todos os lugares inclusive nela mesma,
  • sempre foi independente, não gostava de esperar, só pedia uma vez as coisas,
  • Alegre e sorridente,
  • sempre gostou de dormir com a gente ou Suzana,
  • brincava nos armários da cozinha,
  • tirava as roupas da gaveta e jogava no chão,
  • trocava de roupa umas 20 vezes ao dia.
  • Gostava de fazer karaokê, ir no parquinho, brincar no quintal, apreciava pedras, folhas, usar tinta guache, picotar papel, inventar e criar coisas para brincar.
  • Ela ri com vontade,
  • é muito sensível,
  • gosta de ter amigas,
  • ama cavalos.

quinta-feira, 2 de maio de 2019

Pérola da Solara: Talking to herself in English

 Solara was talking to herself, I think:

"Do you see?

What are you doing?

I will put your movie if you answer me this question:

To answer, yell the answer:

What is 3+7?

Correct

Your movie will play now

Good bye"